sábado, 4 de junho de 2011

Sonhidez

Palavras repletas de ocupações precoces
Destoam do silêncio remediado
E entre tempos some-se outro
Perde a essência da finitude


Quisera controlar fatos
E consertar prelúdios
- dir-se-ia em versos melodiosos
Mas nunca se toca o abstrato


Faz-se contorções em caixa mágica
E altera o que se espera
Porém não muda a rota ou rumo
Apenas depara e cala


Não se vê tempo no decorrido
E as palavras fluem independentes
Os planos irrelevados se esconde.
Adeus, Doce Quimera!




Marina Cangussu F. Salomão

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